Lollapalooza 2013 – Por Marília Denobre

Com os festivais pipocando, é preciso escolher a roupa certa, afinal estamos sujeitos as surpresas climáticas. Pensando nisso sempre escolho o look mais confortável possível, mas que una estilo e praticidade. Impossível não lembrar da Pitanga Real!

Optei por t-shirts confortáveis e com estampas diferentes, para ver shows específicos, de bandas pouco conhecidas, dessas músicas que não tocam em rádio.

01

908776_433369953413760_1889046509_n

Na sexta-feira foi a vez de, Of Monsters And Men, banda Islandesa, liderada por uma meiga vocalista, que tem traços fortes de menina do gelo e uma leve lembrança da nossa querida Björk.

Para o meu espanto, o show lotou, apesar da apresentação ser calma, era notável que o público queria ir ao delírio. Delírio esse que só foi possível no primeiro single da banda “Little Talks”, onde os Lollas puderam soltar os gritos.

Na sequencia o show do Cristal Castles, banda imprevisível, com vocais distorcidos de Alice Glass, que estava de cabelo roxo e teve a coragem de entrar no meio do público. Com meia rasgada e camisetão, Alice batia seu microfone nos pratos da bateria. Mais uma vez, conseguiu levantar o público.

Choveu e o barro tomou conta de todo espaço do Jockey Club, todos os tênis podem ser enviados à lavanderia ou, até mesmo, jogados fora, nada que nos tire a empolgação.

03 02

A Lua aparece e antes do tão esperando Killers, acontece o show do Passion Pit, banda com baladas que me lembram Mika, músicas sérias e cheias de divertimento. Minha primeira paixão pela banda foi quando ví ao clip da música “Carried Away”… Lindo, melódico, romântico e divertido. Até acredito que isso possa traduzir a banda. E o show segue por todas essas palavras…

Killers, a banda mais esperada da noite. Chega a ser gostoso de ver Brandon tão feliz, empolgado, entusiasmado. Ele cantava com vontade, concentração, querendo mesmo agradar ao público que estava alí pra ouvir e ver. Era visível a alegria que emanava e fácil de compreender como braços ficaram levantados por tanto tempo, era uma sensação anestésica. A banda cantou seus ‘velhos’ hits e alguns novos, deixando de fora, a nova love song “Here With Me”, mas a sensação era de tanta felicidade, que até preferimos ficar sem.

Fim de noite. Exaustão. Taxis escolhendo destinos. Ônibus que não tinham seu destino. Nenhuma carona. Depois de muito tempo, casa.

05 04

Segundo dia de muito sol. Pra começar Toto Y Moi, show gostoso que assisti deitada na grama, um som relaxante, com a galera começando a chegar para ver Two Door Cinema Club.

Quando Two Door Cinema Club entra no palco, o sol estava exatamente onde deveria estar e iluminou perfeitamente, com aquele amarelo de fim de tarde, o palco todo.

TDCC fez um show impecável, aposto que foi o melhor, da tão jovem carreira da banda.

09

Mais tarde Queens of The Stone Age, show curto, típico e cheio de “Love UBrazil”, oks, nos sentimos importantes…rs

No fim de tudo, Black Keys, veia e atitude de um rock que eu não via há tempos. Foi bom saber que isso ainda existe, essa revolta  com sex-appeal batidos com álcool. Muito suor do palco e frio da arena. Fim do segundo e último dia para mim.

http://pitangareal.com.br/

Marília Denobre é estudante de publicidade e nossa correspondente nos melhores shows!

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s